Painel 1: Parcerias tecnológicas para o desenvolvimento brasileiro

No Painel 1, os mestres Renan Cabral e Marconi Aurélio, discutem inovação tecnológica como estratégia de desenvolvimento brasileiro. Veja o resumos das apresentações:

Msc. Marconi Aurélio e Silva – Núcleo D&R
INOVAÇÃO EM PETRÓLEO E GÁS NO BRASIL: A PARCERIA Cenpes-Petrobras e Coppe-UFRJ

O Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguêz de Mello (Cenpes) da Petrobras e o Instituto Luiz Alberto Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe) da UFRJ possuem amplo histórico de cooperação. As parcerias tecnológicas desenvolvidas entre ambos, ao longo das últimas quatro décadas, foram responsáveis por grande parte do estágio tecnológico avançado a que chegou o Brasil em termos de exploração e produção em petróleo e gás, sob as conhecidas condições remotas e adversas de nossas reservas, em sua maioria, encontradas sob águas marítimas profundas e ultraprofundas. O presente artigo analisa a evolução histórica do setor, o papel de ambas as instituições e os estímulos governamentais concedidos para viabilizar tal parceria, sugerindo com isso que o sistema setorial de inovação em petróleo e gás é um dos melhores exemplos do esforço inovador brasileiro visando alcançar a mudança tecnológica. Foca-se, assim, o olhar sobre exitoso exemplo de sinergia cooperativa entre Academia e setor produtivo, analisando dados quali-quantitativos, primários e secundários, coletados junto a: ANP, Capes, Cenpes-Petrobras, CNPq, Coppe-UFRJ e Finep. Com isso, busca-se compreender como os novos pólos de P & D que emergem no Brasil na atual década, estimulados pelo próprio setor para o desenvolvimento do Pré-Sal, podem se espelhar nessa experiência, bem como identificar desafios passíveis de ainda serem superados.

Msc. Renan Cabral da Silva – Núcleo D&R
ESTRATÉGIAS DE INOVAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO: COMPARANDO AS EXPERIÊNCIAS DE BRASIL E CHINA ATRAVÉS DE SUAS POLÍTICAS E SISTEMAS NACIONAIS DE INOVAÇÃO (1990-2015)

No contexto globalizado, em que a inovação é considerada um dos elementos centrais da dinâmica capitalista e do crescimento econômico, países como o Brasil e a China – dois dos que compõe o Bric – têm na inovação a oportunidade para tornar suas economias mais atraentes para investimentos – estrangeiro ou nacional – e como meio de conseguir uma inserção mais sustentada e qualificada na economia internacional. Essa proposta, é um primeiro enquadramento doa autor quanto ao conhecimento das políticas de inovação desenvolvidas por ambos países, ressaltando as diferenças de suas estratégias, apesar da condição comum de emergentes potencialmente desenvolvidos, o que faz desses países um bom marco comparativo para um estudo através de seus sistemas nacionais de inovação; de suas políticas de incentivo a inovação, e; das metas colocadas e resultados por elas alcançados.

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